‘Alunos não podem ficar sem aula’, afirma presidente da AL .

Thalyta Amaral
thalyta@gazetadigital.com.br
Sintep/MT

Depois de mais de 40 dias de licença, o presidente da Assembleia Legislativa (AL), Eduardo Botelho (DEM) voltou ao cargo com a missão de intermediar, com mais punho firme, a questão da greve dos servidores da educação, que estão em greve há uma semana. Segundo o parlamentar, essa é uma prioridade, pois “os alunos não podem ficar sem aula”.
 
Um dos entraves em relação à greve é que o cumprimento da lei de carreira da educação, que determina que até 2024 os servidores da educação tenham aumento real nos salários, ou seja, a RGA, que é a recomposição da inflação, mais um percentual de aumento, porém, o governo já afirmou que não tem condições de pagar esse reajuste.
 
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“É uma discussão importante. O sindicato tem que defender os interesses da categoria e está certo. O momento é que o Estado não tem condições de pagar. Então seria melhor deixar esse aumento para quando o Estado tiver condições”, defende o presidente da AL.
 
Além da falta de dinheiro em caixa, Botelho afirma que a paralisação “causa transtorno para todo mundo” e que na Assembleia “a prioridade é por fim à greve, voltar às aulas. Nós temos que trabalhar para isso”.
 
Entre os argumentos utilizados pelo deputado para defender o não pagamento aos servidores da educação está o fato que a própria Assembleia não vai pagar a RGA. “A Assembleia não vai pagar RGA aos seus servidores, porque nós já estamos no limite alertado pelo TCE”.

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